Dia do Amigo, Dia do Escritor e muitos lançamentos

As datas comemorativas são sempre bem-vindas seja como pretexto para receber ou dar presentes, realizar ações comerciais ou apenas chamar atenção para algum tema.

O mês de julho é um excelente exemplo de mês recheado de datas emblemáticas. Além de ser Julho Amarelo (mês de luta e prevenção das hepatites virais, adotado pelo Ministério da Saúde) traz consigo o Dia do Chocolate (07), Dia da Pizza (10), Dia do Cantor e Dia do Rock (13), Dia do Amigo (20), Dia Nacional do Escritor (25), Dia Internacional da Amizade (30). E claro que devem haver outros, que minha breve pesquisa ao calendário deixou passar.

Dando destaque ao Dia do Amigo, da Amizade e do Escritor, lembro que, apesar da pandemia, o mercado dos livros – um dos mais afetados economicamente – não parou, mas sim, se reinventou. Inclusive, já falei disso em outro post.

O que vejo, pela minha humilde ótica, é que em todo o país, os lançamentos continuaram, mesmo sem os tão queridos eventos presenciais. As redes sociais oportunizam que os escritores divulguem suas novas obras de dentro de casa, em segurança, falem de seus livros e, principalmente, vendam.

São muitos lançamentos, todos os dias, de centenas de editoras, sem contar os tantos autores independentes. Destaco aqui alguns que entraram pra minha lista particular de desejados (que são também dicas de presente de aniversário ou datas especiais para leitores e não leitores).

 

  • Entre Cabul e a Danças das Borboletas (editora Edite)

Há chance desse romance dar certo? Toda amizade pode se tornar um amor?

A jornalista paulista Karina Manasseh utiliza traços psicológicos como solidão, paixão, amizade, tristeza, afeto, superação, para contar uma história de amor contemporânea que escancara a complexidade das relações humanas – muito bem contextualizada em cidades exóticas e suas realidades.

Com um final surpreendente, o romance foi uma forma da autora compartilhar a sua própria vivência em lugares únicos, como Cabul, Islamabad ou Beirute.

“Abracei a licença poética que só a literatura de ficção oferece e escrevi o livro que une as minhas experiências nesses lugares incríveis a dei vida ao relacionamento de Maria e João”, descreve a escritora. (Compre aqui)

Capa-EntreCabul

  • A morte como presente (Editora Itapuca)

Alguém disse romance policial? Quero!

O jovem investigador Max Palupa é transferido para a pacata cidade de Cidadela. Anos após sua chegada, uma série de crimes obriga Max Palupa a buscar o assassino, sem recursos e experiência.

À medida que os crimes ocorrem, Max se vê num dilema entre o dever de prender o assassino e a incerteza de sua capacidade para tanto, sendo colocado à prova e questionado por cidadãos da cidade.

Os crimes mantêm uma característica peculiar, e o mistério cresce a cada página, em que os enigmas do assassino e a motivação dos crimes parecem impossíveis de ser desvendados. (Compre aqui)

capa a morte como presente

 

  • Agora é nós! Nós é que sabe! & outras histórias da escola (Editora Proverbo)

Entender e questionar os moldes da Educação a nível municipal, estadual e federal no nosso país é sempre importante. Sempre.

Neste livro, do maricaense Vilson Ferreira, que é professor, a escola é anunciada como um lugar de muitas possibilidades: do ensinar, do aprender, do aprender ao ensinar e do ensinar enquanto se aprende. O autor busca refletir sobre a escola de um modo geral, e também sobre a educação para além dos seus muros. (Compre aqui)

AGORA É NÓS!

  • Fake News – a liberdade de expressão nas redes sociais na sociedade da informação (Editora Lura)

Alguém mais revoltado com a situação política do país? Acho que todo mundo, né, ou quase.

A facilidade de manter-se no anonimato ou “invisível” dentro da internet ou, pelo menos, a falsa sensação dessa facilidade encorajou cada vez mais as pessoas ou grupos a gerarem desinformação de forma sistemática.

Nesse sentido, a internet conseguiu criar uma junção perfeita de fatores que já existiam na sociedade: a informação, a liberdade de expressão, comunidades de pessoas, velocidade de circulação e anonimato, mas que foram potencializados com a evolução tecnológica. Essa união de elementos criou o ambiente perfeito para a criação ou divulgação de notícias falsas frequentemente, já que a possibilidade de geração de conteúdo é infinita, pois qualquer um pode fazer isso.

Temas como Fake News, Pós-Verdade, Deep Fake serão tratados ao longo do livro,  de André Faustino, propondo uma discussão sobre esses fenômenos inseridos dentro da sociedade, bem como suas causas e suas consequências. (Compre aqui)

fake news

 

E você, quais livros recentemente lançados já entraram pra lista dos desejados?

 

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